Uns dias depois, país acima, outra cidade que já não via há mais de 20 anos também (uma passagem episódica não conta, neste contexto). E novamente o espanto da evolução. Não se trata da quantidade e qualidade da construção ou do planeamento da cidade, mas dos equipamentos culturais e de lazer ao dispor dos cidadãos. Tem um castelo, como Leiria, onde está instalado um museu já conhecido na minha primeira visita; para além deste, um outro também já existente nessa visita (na altura, fiquei cheia de inveja por Leiria não ter ainda um museu), agora aumentado e renovado, um Centro Cultural de Arte Contemporânea (uma consagrada artista nasceu por lá e, felizmente, disponibilizou as suas obras para ele), um Centro de Ciência Viva (mais uma vez a comparação com Leiria deixa esta mal no retrato), um programa Polis muito bem aproveitado, com grandes espaços verdes onde há equipamentos para crianças e também de manutenção para adultos. Uma cidade onde também há rotundas, uma das quais apresenta uma cena típica da zona de que é capital e que tive a oportunidade de observar ao vivo, numa localidade próxima. Aí estão as fotos, para ilustrar o que digo:
Pronto, por agora já disse tudo. Toca a adivinhar. Prometo que, depois deste passatempo (tenha ou não "jogadores") conto mais alguma coisa destas duas escapadinhas.

